Sete horas e dois aviões. Sete horas eternas e sofridas. Como previsto, dormir foi uma tarefa um tanto complicada por conta da nova experiência de andar de avião e, é claro, pela imensa ansiedade de enfim encontrar com ela.
Andar de avião foi completamente satisfatório. Decolar é emocionante como subir num elevador super sinistro em alta velocidade! o/ Depois disso é exatamente igual a andar de carro, incluindo os quebra-molas e buracos (sério), e a aterrissagem é uma coisa muito sutil, do tipo: "............KABOOM".
Quanto ao meu encontro com ela posso dizer que foi algo que nunca vai sair da minha memória. Ela cobrindo o rosto envergonhada ao me reconhecer, ainda de longe, e depois correndo na minha direção sorrindo tão feliz. Não vou esquecer do primeiro abraço, quando eu levantei ela do chão, rodei com ela e apertei ela o tanto que eu pude.
Pequena pausa para cumprimentar o tio dela, que foi levá-la ao aeroporto, e mais um abraço emocionado. Fomos ao carro de braços dados e até chegarmos à casa dela ficamos de mãos dadas, boa parte da viagem olhando nos olhos um do outro, talvez procurando entender o que realmente estava acontecendo.
Na casa dela eu conheci sua família e todos foram muito receptivos! Fiquei feliz por isso, obviamente. Depois disso tivemos um bom tempo para aproveitarmos um ao outro, até a hora do 'Free Hugs'.
'Free Hugs' pra quem não sabe é um evento onde um grupo de pessoas sai à rua distribuindo abraços às pessoas que estiverem passando por lá.
Foi bastante divertido participar do 'Free Hugs' e gostaria de participar de novo, mas, o ponto alto mesmo foi quando fizemos uma parada no anfiteatro da beira-mar, justamente na hora em que o sol estava prestes a se pôr.
